Prédios entre vãos
Mulheres entre canteiros
asfalto sinal buzina.
Os transeuntes (fecha o sinal) vão depressa.
Os cachorros não existem mais.
Os carros (abre o sinal) vão depressa.
Depressa as janelas passam. (não há tempo para reticências)
Eta vida besta, my God.
A espiar-te...
Chico Almeida - Músico e afins! Andrelândia - MG e-mail: chicoalmeida@hotmail.com.br
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ter ou não ter

Ter ou não ter... eis a pergunta!
Que me enche de nós a garganta seca;
Querer, meu bem querer
Te ter e te ter
Assim, sem escrúpulos
Sem dó nem pena
Ter e querer
Se assim fosses, vida
Mais fácil seria
Garganta sem nós
E nós sem penura
Mas dura e mais dura
É o ter mais querer
Dos dias gasosos
Dos beijos gososos
Do nó que perdura
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Dura (calçada qualquer)

Exímio violeiro
Trazia migalhas
De pão e de história...
Sentava, agitava
A vida viola.
Contava, cantava
A mesma seqüência:
As sobras da essência
Dos dias de glória!
Exímio violeiro
Me disse um dia,
Que dura e fria
Er’aquela escada,
Porém era nada
Perto da mania
De sentir saudade
Da simples vaidade
Da vida de outrora
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Fadiga (Fruto da)

Estamos de olho
No fruto futuro
No furo do muro
No lado de lá
No lado de dentro
Do dente doendo
Do ente doente
Do lado de cá
Por de trás das traias
Dos tratos tratados
Dos homens amenos
Dos casos casados
Por favor fadiga
Dos sonos sonoros
Dos sonhos jocosos
Da inteira intriga
Me diga amiga
Dos dias difusos
Se tornam confusos
Dos que vão sem viga
Pois há inda o olho
No bruto futuro
No lucro do furo
Do vão da barriga
sábado, 26 de dezembro de 2009
PhiluSophia
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Presente imperfeito!
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